terça-feira, 8 de julho de 2014

Onipresente Sol

Lá fora fazia sol, já estava alto e o tempo parecia não passar. As árvores, da mesma forma, pareciam não se mover. Estava tão fria aquela manhã de Julho em Porto Alegre, que pensei estar - como eu - congelada, pois as folhagens formavam um tapete estático, tive a sensação de demasiado prazer. Com o tempo, resolvi escrever sobre o sol, o grande onipresente sol. Abri mão do meu ciúme. Algo antigo, íntimo e profundo; era natural, fisiológico como a saliva sai das glândulas e como a bile sai do fígado. Entretanto, ele ainda constumava a ser o centro do mundo, do meu mundo, e, tudo sem nehum esforço. E o dia foi se adequando até ficar dia perfeito. Contudo, o sol continuaria a brilhar mais e mais

Nenhum comentário:

Postar um comentário