Uma pessoa amável e que sempre ver o lado lógico, que pensa de forma atraente e que suas palavras são de eficazes sabedorias que toca o coração que grita sem saber a imensidão, o seu intelecto que me atinge o tanto que você e especial e afável em mim, uma pessoa que tem o que falar inteligente, meiga, simpática, elegante modesta. Você e o tipo de pessoa que consegui me cativar e me fazer viajar em dia virar uma hora em que as pequenas coisas do mundo e só dizer que são as mais lindas, você e simplesmente a Laisa e é isso que amo em voce. Que vivi as coisas intensas da vida que chora que mostra sua emoções e que entende as pessoas e viaja em suas historias de vida! Ate amo e te dedico essa postagem! e muito amiga!
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
John Keats
O que é belo há de ser eternamente
Uma alegria, e há de seguir presente.
Não morre; onde quer que a vida breve
Nos leve, há de nos dar um sono leve,
Cheio de sonhos e de calmo alento.
Assim, cabe tecer cada momento
Nessa grinalda que nos entretece
À terra, apesar da pouca messe
De nobres naturezas, das agruras,
Das nossas tristes aflições escuras,
Das duras dores. Sim, ainda que rara,
Alguma forma de beleza aclara
As névoas da alma. O sol e a lua estão
Luzindo e há sempre uma árvore onde vão
Sombrear-se as ovelhas; cravos, cachos
De uvas num mundo verde; riachos
Que refrescam, e o bálsamo da aragem
Que ameniza o calor; musgo, folhagem,
Campos, aromas, flores, grãos, sementes,
E a grandeza do fim que aos imponentes
Mortos pensamos recobrir de glória,
E os contos encantados na memória:
Fonte sem fim dessa imortal bebida
Que vem do céus e alenta a nossa vida.
Uma alegria, e há de seguir presente.
Não morre; onde quer que a vida breve
Nos leve, há de nos dar um sono leve,
Cheio de sonhos e de calmo alento.
Assim, cabe tecer cada momento
Nessa grinalda que nos entretece
À terra, apesar da pouca messe
De nobres naturezas, das agruras,
Das nossas tristes aflições escuras,
Das duras dores. Sim, ainda que rara,
Alguma forma de beleza aclara
As névoas da alma. O sol e a lua estão
Luzindo e há sempre uma árvore onde vão
Sombrear-se as ovelhas; cravos, cachos
De uvas num mundo verde; riachos
Que refrescam, e o bálsamo da aragem
Que ameniza o calor; musgo, folhagem,
Campos, aromas, flores, grãos, sementes,
E a grandeza do fim que aos imponentes
Mortos pensamos recobrir de glória,
E os contos encantados na memória:
Fonte sem fim dessa imortal bebida
Que vem do céus e alenta a nossa vida.
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