Correr, correr e
correr sempre em movimento,
Sempre em
devaneio.
O ponteiro do relógio
na mente passa a ser um vicio proeminente.
Correndo com
vendas a permitir o descontrole permanente.
A dar de tributo o
seu próprio tempo,
Vive tão disperso
a existir no futuro que esquece consciente o presente que faz,
E o futuro será
igual ao presente que vive.
Kályton
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